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segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

VISITA A UM TEMPLO DE UMBANDA

JESUS CRISTO E OXALÁ 


Irmãos amados unidos na fé, de Nosso Criador, Deus, atuando dentro da corrente do sagrado Oxalá yê, através da Umbanda sagrada e de Jesus Cristo, através do Cristianismo, duas correntes religiosas fortíssimas na Terra, uma é natural, a outra é abstrata, mas as duas defendem e propagam a Lei da Vida através do amor.

Hoje vocês têm a oportunidade de reunirem-se dentro do ritual do sagrado Oxalá yê, para comemorarem o início da era cristã, através do nascimento do não menos sagrado Nosso Senhor Jesus Cristo, e é tão bonitas duas corrente religiosas diferentes, unirem-se para a comemoração de uma delas, que nós espíritos desencarnados atuantes das esferas da mesa branca, nos emocionamos e nos confraternizamos com os espíritos labutadores da Umbanda.

Sim nós deste outro lado da vida sempre fomos ajudados e ajudamos os espíritos que incorporam a Umbanda aliás, estes mesmos orixás sagrados, há dois mil anos atrás auxiliaram e sustentaram a nova religião nascente, certos que Deus Onipotente mandava um novo mensageiro de Luz a Terra, para o auxílio da evolução de milhões e milhões de espíritos.

Infelizmente na Terra, a maioria dos seguidores das diferentes correntes religiosas é radicalista e se digladiam entre si, que pena perdem tempo precioso que deveriam aproveitar para evoluírem dentro da corrente religiosa que suas missões foram destinadas.

Por isso irmãos hoje aqui nós agradecemos pela nossa vitória, Kardecistas e Umbandistas que aqui se mesclam e amam e respeitam seus dois anjos de Luz, que se assentam na linha da fé, à direita do Pai Poderoso, como outros anjos de Luz, que fundaram correntes religiosas da Lei da Vida e do Amor, não importando o nome que deram ao Criador, Deus, Jeová, Alá, Olorum, Zambi e alguns outros.

Obrigada irmãos, obrigada, todos nós da Umbanda e da Mesa Branca, corrente Kardecista, agradecemos e pedimos a vocês que continuem a luta, não desanimem, não deixem o emocional envolvê-los com sentimentos negativistas, a luta é difícil em todos os setores da vida, mas se vocês desistirem perderão a união que faz a força, por isso não desistam é através da vontade de ajudar os seus irmãos que vocês criarão a arma mais poderosa que pode existir, a arma da Fé, regida pela Lei do Amor racional e justo.

Deus os abençoem, Salve Oxalá yê, Salve Jesus Cristo

Salve a todos.



Ditado por Aspargos

psicografado por Luconi
em 20/12/2000

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

A CONVITE DO MESTRE




Mestre, para os entendidos da língua Pátria, é o educador, o chefe de ofício, o professor, o sábio, a pessoa versada nas artes, filosofias e ciências ou indivíduo dotado de vasto conhecimento. Assim, para o verdadeiro Mestre, quanto maior for seu saber, maior será a sua bondade. Para o cristianismo e as demais doutrinas cristãs, Jesus Cristo é, pelos seus ensinamentos da verdade, justiça e do amor, o Mestre dos Mestres.


Em razão de seus exemplos evangélicos de fé, esperança e caridade, como consolador dos aflitos, o Mestre Jesus é o mais elevado Espírito que já encarnou no planeta Terra.


Por outro lado, convidar é o mesmo que chamar para o convívio, é trazer a mensagem para a união, é convocar para a confraternização. Por isso, quando Jesus, o Cristo, com as suas sábias lições, procura guiar-nos na prática do bem, dizendo que devemos “amar ao próximo como a nós mesmos”, convida-nos à reflexão: Ele não nos ensina amar apenas a quem nos ama, aos nossos familiares, amigos, ou aos da mesma raça e cor, da mesma condição econômica e social da mesma origem e linhagem, da mesma religião, do mesmo estado civil, da mesma idade, do mesmo sexo, ao contrário, Ele ensina que amemos a todos indistintamente, incluindo aqueles que se julgam nossos inimigos (vibrando por eles e dirigindo-lhes bons pensamentos), sem barreiras ou preconceitos (que são falhas morais ou falta de caridade).


Em seu convite, o Mestre Jesus mostra-nos o caminho mais curto para chegarmos até Deus: prece com fé. Nos Evangelhos de Mateus (VI), Marcos (XI), e Lucas (XVIII), Ele ensina: “Quando orar, não se colocar em evidência, mas orar em segredo. Antes de orar, se tiver algo contra outro, perdoá-lo, porque a prece não pode ser agradável a Deus, se não partir de um coração caridoso.


Examinar os próprios defeitos e não fazer sobressair as qualidades apenas. A prece não se coaduna com o orgulho, vaidade e hipocrisia”.

Nós, Espírita-cristãos, sabedores que teremos várias existências para aperfeiçoamento, devemos aceitar o convite do Mestre. E um bom começo é aprendermos a não fazer ao semelhante - por atos, palavras ou pensamentos - aquilo que não queremos para nós. Portanto, sejamos justos e fraternos. Sempre.

EXTRAÍDO DE :
BISMAEL BATISTA DE MORAIS

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

AMAR A SI MESMO

Tanto falamos de amor ao próximo, tanto pregamos a caridade, e nos esquecemos que o mandamento dita “amai ao teu próximo como a ti mesmo”, sim nos esquecemos disto e é de suma importância que nos lembremos.

Aquele que não consegue amar a si mesmo, jamais conseguirá amar realmente alguém.

Muitos não se amam, empreendem verdadeiras fugas, para fugirem de si mesmo, por este ou aquele motivo não se dão nenhum valor e por isto fogem do mundo.

Outros tentam esquecer-se de si através de ajuda incansável a companheiros da labuta terrena.

Praticam o bem sim, mas cometem talvez o maior pecado, não cuidam de seus corpos e às vezes se tornam juizes implacáveis de seus próximos.

Muitas vezes para não se lembrarem de si mesmo, esquecem-se dos familiares que os cercam e tanto os amam, fazendo grande bem fora de suas casas, mas causando grande mágoa aos familiares.

Sim meus irmãos, é necessário se amar, pois só se amando é que realmente seguimos o grande mandamento divino.

Existe Deus dentro de cada um de nós, somos sua criação, portanto fazemos parte Dele, e se não nos amarmos então não o amamos.

Da mesma forma se não amarmos nosso próximo, também não amamos a Deus, mas tudo parte do mesmo princípio, amando a Deus nos amaremos e nos amando saberemos amar o nosso próximo.



Ditado por João de Albuquerque

psicografado por Luconi
em 05-12-2008

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

AMARÁS AO TEU PRÓXIMO COMO A TI MESMO



Irmãos quanta beleza existe neste mandamento que Nosso Senhor Jesus Cristo
tanto apregoou na Terra.

Com singelas palavras Ele nos deu a Chave que abre todas as portas da evolução.

Pena que a humanidade ao lê-lo o considera extremamente fácil, mas na hora de praticá-lo no seu dia a dia não o consegue.

Porque? Eu vos pergunto, porque o que parecia tão fácil se tornou tão difícil, porque conseguimos dar bons conselhos aos nossos irmãos, mas na hora de nós mesmos praticarmos estes conselhos não o conseguimos e o que é ainda pior para nós conseguimos mil desculpas por não tê-lo feito e até para alguns as desculpas encontradas para si mesmo parecem tão convincentes que eles acreditam que o erro passou a ser acerto.

Eu vos pergunto quanto o céu estar cinza, ele deixa de ser céu?

E o erro deixa de ser erro quanto o pintamos de azul?

Então porque os nossos erros são sempre desculpáveis e o dos outros não?

Porque afastamos um irmão de nosso convívio por este ou aquele defeito que acreditamos que ele tenha e nem sequer paramos para olhar o seu lado bom, porque não reparamos em alguma qualidade que com certeza ele terá, pois ninguém, ninguém mesmo é totalmente ruim e ninguém neste estágio que está a terra é totalmente bom.

Porque nos damos ao direito de julgar ou de ter idéias pré-concebidas, sem nos darmos a um mínimo de trabalho para nos integrarmos dos fatos, e isto nesta terra de expiações, ocorre com muita freqüência, rotulam
tudo o que possa ser diferente, até as religiões são rotuladas, esquecem-se que tudo que existe na Terra, é vontade Divina que exista, nenhuma religião foi fundada sem o consentimento de Deus, tudo tem o seu motivo,
mas mesmo estando conscientes da sabedoria Divina, ao invés de abster-se de opinar sobre o que não conhecem, preferem rotular, criar preconceitos.

Sim meus irmãos, é assim que seguem aquele mandamento tão singelo, querendo até dificultarem das pessoas seguirem a doutrina religiosa que sacia a fome de suas almas.

E se não lhe interessa estudar outros cultos religiosos, deviam abster-se de opinar ou rotular, esquecem-se da
parábola do Bom Samaritano: Um homem que descia de Jerusalém a Jericó caiu nas mãos de ladrões, que o despojaram, cobriram-lhe de feridas e o deixaram meio morto. E eis de repente um sacerdote passava pelo mesmo caminho e que, tendo-o notado passou bem longe. Um levita que vinha pelo mesmo lugar, vendo-o também passou longe. Mas um samaritano que viajava, passando pelo lugar onde estava este homem, e tendo-o visto, ficou tomado por compaixão. Aproximou-se então dele, passou azeite e vinho em suas feridas e as enfaixou; e pondo-o sobre o seu cavalo, levou-o a uma estalagem e tomou conta dele. No dia seguinte tirou duas moedas que deu ao hospedeiro, e lhe disse: Cuidai bem deste homem e tudo que gastardes a mais, eu vos restituirei em minha volta.

Então Jesus disse: Qual destes três vos parece ter sido o próximo daquele que caiu nas mãos dos ladrões?
O doutor lhe respondeu: Aquele que usou de misericórdia para com ele. Ide pois lhes disse, e fazei o mesmo.(Lucas, 10:25 a 37)

Pois então irmãos não eram os samaritanos, na hierarquia social da época, um povo mal visto? E os levitas não eram um povo muito bem posicionado na hierarquia social. Era da família dos Levi que vinham todos os sacerdotes judeus, e o que dizer então do sacerdote, aquele que tanto apregoava nos Templos judaicos as Leis de Deus?

É meus irmãos parem e pensem, para a salvação, para a melhora espiritual de cada um, Jesus não irá ver a fé que cada um professa, mas sim os seus atos, e atos como este do bom samaritano, partem sempre daqueles que se despojaram do orgulho, do egoísmo, a humildade e o amor ao próximo são a sua marca, e é isto que é considerado na balança de nosso julgamento.

Esqueçamos pois a guerra de poder entre as diversas religiões existentes e nos emprenhemos na luta do amor ao próximo, na luta não só de nossa evolução mas da evolução de todos os nossos irmãos. Mãos a obra, Jesus nos espera.


Ditado por Aspargos

psicografado por Luconi
em 17-11-2008