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sexta-feira, 7 de agosto de 2009

TANTAS RAZÕES PARA VIVER E NÃO ENXERGAM


Certo dia meu aparelho encontrou amiga dos tempos de infância, que se encontrava particularmente insatisfeita com sua vida, encontrando-se bastante deprimida, aparentemente motivo para isto não havia, convidou-a para participar de trabalho mediúnico em humilde centro kardecista, em sua entrevista no centro tomei a fala de meu médium e travamos o seguinte diálogo que aqui transcrevo para todo e qualquer irmão em Cristo, que precise reencontrar a razão de viver.
Quando digo é primordial que ames.
Tu me respondes, eu amo.
A quem eu te pergunto?
Tu o dizes, ora meu marido, meus filhos, meus pais, irmãos, sobrinhos, cunhados.
Só amas a quem de uma forma mais grosseira tens mais que obrigação de amar.
Prontamente respondes. Ah! Claro amo a Deus, a Jesus, a Virgem.
Mais uma vez amas quem te convém.
Ou por acaso não te é conveniente devido a sua formação amar ao Pai, ao Filho e a Mãe?
Agora já não respondes tão de imediato, pensas um pouco e depois me diz não entender.
Eu te digo o que sentes pelos teus vizinhos, colegas de trabalho, chefe, amigos?
Dizes eu gosto deles, às vezes existe algum desentendimento, mas eu gosto sim.
Abririas a tua porta para receber um deles em situação difícil de vida? Por acaso sairias de teus afazeres ou da tua hora de lazer para cuidar de algum deles se acamados?
Bem nem todo mundo se pode por em casa, mas eu se tivesse condições ajudaria e quanto a cuidar de algum acamado, fica difícil, pois tenho minha família, uma vez vai lá, mas tomar por compromisso não dá.
Pois se fosse um daqueles da tua família?
Rapidamente respondes, família é diferente não é?
Mas negastes o teu amor ao Cristo.
Balanças a cabeça e me dizes que não se lembra de nenhuma pergunta a respeito de Cristo.
A questão é esta minha amiga, Cristo está em todo aquele que lhe bater à porta, inclusive na família, mas o Amor que ele pregou é universal, então ELE é aquele amigo, aquela colega, aquele chefe, aquela vizinha ou talvez quem sabe aquele desconhecido que apenas lhe pede um pouco de atenção ou um prato de sopa quente.
Cristo é aquela criança, que ao vê-la de longe tu atravessas a rua, temes uma agressão, talvez não agüentasse o seu olhar de tristeza, fome e desilusão.
Acredito que quando lestes os ensinamentos que Ele deixou apenas te fixastes no que era de seu interesse, aqueles que fariam você sair de tua comodidade ou então de tua segurança, pois pequenina é tua fé como o teu amor, achaste melhor não se aprofundar, pois segundo tua maneira egoísta de ver, Ele agia assim porque afinal era o Cristo.
Ah minha amiga quanto tens a aprender, quanto o teu coração tem que se abrir, e quanto a tua fé tem que aumentar.
Faça uma reflexão te tudo que te disse depois se proponha a ver o mundo e enxergá-lo, aprenda a cultivar o amor, e aprenda que nesta vida nada é o acaso, tudo tem a sua razão de ser, e se hoje tivemos a oportunidade de conversar, é porque a hora é esta, o tempo nesta vida passa rápido demais, e tão triste é olhar o passado e ver que não aproveitamos as oportunidades e que os verdadeiros tesouros foram afastados para bem longe.
Mas já não respondes, lágrimas correm a face, que bom amiga e irmã em Cristo, começas a regar as sementes de amor que há tanto tempo foram semeadas, o solo não mais se mostrará estéril, agora tenho certeza que vencerás.

ditado por Gilson Gomes
psicografado por Luconi
em 06-08-2009

quinta-feira, 30 de julho de 2009

REENCARNAÇÃO ARDUO TRABALHO





Existe todo um trabalho de equipe para preparar-se uma reencarnação.

Quando um espírito vai retornar a carne, existem várias etapas a cumprir.

Não importando se a reencarnação é compulsória, ou espontânea.
No primeiro caso, o espírito em questão não sabe que vai reencarnar, geralmente porque está em estado evolutivo bem atrasado, preso a suas próprias alucinações, tornando-se obcecado por elas, tornando-se mentalmente doentes, numa espécie de loucura, então o Pai misericordioso, permite que as equipes socorristas os coloquem em estado de dormência (fazem-nos dormir), levando-os para a equipe reencarcionista para ser preparado, esta é que vai escolher qual será a sua tarefa, que família irá recebê-lo e como será seu corpo carnal.

No segundo caso, o espírito deseja a reencarnação e é levado para junto com os espíritos mais elevados, escolherem a sua missão nesta terra, a família que o receberá e em linhas gerais escolhem juntos as principais características de seu corpo carnal, logicamente o seu corpo carnal deve atender as necessidades para a missão e resgate a qual se propõe não fugindo da herança genética de seus pais.

Nos dois casos existe um programa básico a ser cumprido, a reencarnação sempre é amparada por espíritos evoluídos, a proteção dada ao espírito até o seu nascimento é especial, também durante toda a sua infância ele será acompanhado. Passando para adolescencia e fase adulta também terá apoio e proteção, contudo após a infância torna-se mais difícil para os bons amigos, porque conseguirão ou não fazer um bom trabalho dependendo muito do nível vibratório que o espírito encarnado se colocar, portanto boas ações, bons pensamentos, ajudam muito o trabalho espiritual, enquanto que ao contrário torna-se muitas vezes um trabalho extenuante e pouco produtivo, pois as energias negativas que o encarnado atrai para si de certa forma repele os bons amigos e permite o acesso fácil de espíritos menos evoluídos, que irão usá-lo para os seus fins, que nunca são nobres, pelo contrário arruínam aquele espírito, fazendo-o perder-se em sua missão.

Ah! Quanta tristeza para o mundo espiritual, o irmão perde a oportunidade, acumula novas dívidas, simplesmente porque se compraz das más companhias, aceita-lhes as ideias porque vão de encontro com os seus velhos defeitos , ou seja prefere optar pelo caminho que lhe parece mais fácil, porque meus amigos lutar contra suas más tendências, fazer uma reforma íntima, é tarefa extenuante, é optar em passar nesta vida pela porta estreita, mas lhes garanto é um trabalho que lhes trará recompensas infinitas, a começar pela paz adquirida e alegria indefinível que lhe toma a alma por completo, exteriorizando-se para fora.

Portanto meus amigos, mão a obra, não joguem fora a chance que lhes foi dada, aproveitem toda oferta de trabalho que se apresentar, levem uma palavra amiga, estendam as mãos para aqueles que lhes aparecerem no caminho, aja no seu dia a dia com amor, justiça e humildade. Tentem ver sempre o bom lado de tudo, afastem todo mau pensamento, não permitam que o orgulho nuble os seus pensamentos, façam um balanço de todas as situações, vejam se a vaidade não tem tomado conta de seu ser, procurem ser um Homem de bem, e finalmente nunca se esqueçam que como todos os encarnados, vocês estão em aprendizagem e por isto ninguém é melhor que ninguém e as mais preciosas lições costumam vir dos mais simples.
Que Deus os abençoe e que tenham certeza que Cristo Nosso Senhor está sempre com vocês.

Ditado por Gilson Gomes
psicografado por Luconi
em 29-07-2009

sexta-feira, 24 de julho de 2009

REENCONTRO


Há muito tempo, em terras distantes um viajante caminhava por caminhos sombrios.
Era mascate e pressentia no ar uma estranha energia, talvez viesse da aldeia que já estava bem próxima, não se sentia bem com aquela energia, tanto ela lhe chamava como lhe causava um sentimento de saudades, mas nada podia fazer a não ser esperar pelos acontecimentos.
Entrou na aldeia quando já havia escurecido, imediatamente procurou uma pousada, o lugar era bem simples, mas a limpeza era evidente, animou-se, a senhoria também era muito simpática, com seus alvos cabelos e olhos bondosos, mas determinados impunha imediatamente respeito.
Pensou consigo afinal talvez estivesse enganado, ali não via perigo nenhum. Acomodou-se em seu aposento, caindo na cama, dormindo como uma pedra.
Sonhou, em seu sonho aquela pousada era rica, na verdade era uma imensa propriedade, o alpendre mais parecia um imenso carramachão. Havendo poltronas do estilo preguiçadeira, ali uma jovem senhora bordava a sua volta um menino de uns cinco anos brincava.
De repente o menino se afasta, corre acompanhando uma pomba que ora voava baixo, ora pousava e ciscava aqui e ali.
Tão distraído estava, que se esqueceu das ordens da mãezinha, indo parar atrás da casa e em um vôo mais longo da avezinha, o menino olhando para o céu para não perdê-la, caí em velho poço já há muito desativado.
O mascate acorda apavorado, a jovem mãe lhe é familiar, lembra-lhe os traços da idosa senhoria, pensou sonho é sonho bobagem, mas o mesmo não lhe saia da cabeça.
Os dias se passam e ele apesar de não estar fazendo grandes vendas, continua ali. Sendo muito só, criara um forte laço de amizade com a senhora aparentemente tão só quando ele. Estava cansado da vida de mascate, fazia isto a dez anos, deste os dezenove anos quando seu pai falecera, a mãe havia morrido por ocasião de seu nascimento, já ajuntara algum dinheiro para abrir pequeno comércio, só não sabia aonde.
Certo dia após o jantar, ele e a velha senhora, estavam a conversar, ele lhe conta sobre a sua intenção, ela sorri satisfeita, diz-lhe quem sabe não poderia ser aqui, também sou só, ele tem suas dúvidas afinal a pequena aldeia não era promissora, mas com dó da senhora, lhe promete estudar a questão.
Não chegara ainda a pensar sobre o assunto quando a senhora adoece, nada muito sério, mas para a sua idade estando perto dos setenta anos, rapidamente prostou-se à cama, ele desdobrou-se em cuidados, tendo ouvido o médico da aldeia sabia que seria passageiro, mas a recuperação seria lenta, ofereceu-se para qualquer coisa que precisa-se referente a hospedagem, que só contava com uma empregada.
Desta forma quando a senhora levantou-se tudo caminhava muito bem, ela então agradecida disse-lhe que havia sido seu único filhinho que o mandara, conta-lhe emocionada que o marido morrera cedo em disputa de terras e ela ficara só com o filhinho, mas que o destino o levara um dia em baixo de seus olhos, ali na frente aonde antes era um alpendre, ele sumira, nunca o haviam encontrado, sonhava muito com ele até o décimo quinto aniversário de seu sumiço, quando então no último sonho ele lhe dissera, - Mãezinha não chore mais, Jesus cuidará da senhora e quando eu tornar a crescer, darei um jeito de encontrá-la, a senhora saberá que sou eu, tudo se esclarecerá, desde então nunca mais sonhara com ele, apenas parou de esperar notícias, entendera que naquele dia de alguma forma ele morrera, onde estaria o corpo era um mistério.
Compenetrada que estava em seu relato não reparou o que acontecia com o rapaz, quando voltou à realidade espantou-se pois muitas lágrimas escorriam pelas suas faces, ele emocionado revelou-lhe o sonho, ela abismada lhe disse haver um poço destes rente ao chão no fundo da casa, aonde aliás agora estava construído uma espécie de depósito, construção de madeira.
Mal dormiram durante a noite, antes do galo cantar estavam de pé, chamaram alguns homens e puseram-se a destruir o piso do depósito, logo acharam o poço, alguns homens desceram com lanternas, e logo por debaixo de algumas pedras, um pequeno esqueleto, pedaços de couro do que deveria ter sido os sapatos, logo tiveram a certeza era o esqueleto de um menino, que pelo crescimento ósseo e arcada dentaria teria uns cinco anos.
Desnecessário descrever a emoção daqueles dois seres, durante todo o resto da vida daquela senhora ele a amparou, a ela a vida lhe devolveu o filhinho amado, e ainda seus últimos anos foram coroados de alegria pelo riso maravilhoso de seus netos.
O seu filhinho cumprira a promessa, mas isto só foi possível, porque quando reencarnado ele seguiu sempre o seu coração, atendeu sempre à sua intuição, guiando-se sempre pelas leis imutáveis da vida e do amor.

Ditado por Jefferson Nincks
psicografado por Luconi
em 23-07-2009

sexta-feira, 17 de julho de 2009

É TÃO FÁCIL FALAR DE AMOR


É tão fácil falar de amor, é tão fácil, mais fácil ainda achar-se inútil, julgando que diante de tantas injustiças sociais um só nada possa fazer.
Desta forma com uma boa desculpa simplesmente cruzam os braços, outros então com um manancial enorme de amor simplesmente voltam-se para si mesmo apegando-se em o que considera suas derrotas, suas mágoas ou talvez as injustiças que ele acha que contra ele foram praticadas, entregam-se desta forma a depressão ou então ficam se achando prejudicados em seu orgulho e ficam imaginando formas de reverter à situação.
Quando tempo perdido, será que não percebem que cada ser tem a sua volta um mundo, um mundo próprio com uma área delimitada, que pode se expandir com a sua vivência, e é nesta área, neste mundo que deve atuar, se ele conseguir passar o seu amor para este mundo seu, conseguirá com certeza ajudar e apoiar a muitos, neste mundo, alguma coisa se modificará e com certeza outros participantes deste mundo o imitarão em seu próprio mundo.
Da mesma forma, aquele que apesar do amor que carrega e em determinado momento se voltou para si mesmo, se agisse da mesma forma garanto que não lhe viria a tona o orgulho e nem se sentiria um injustiçado da vida.
Ou seja, todos, todos mesmo tem alguma coisa a ofertar para o seu mundo, fácil é ofertar bens materiais, o difícil é enxugar lágrimas, fazer companhia, dar uma palavra amiga, um sorriso, saber escutar, e quando a necessidade é o pão, saber ofertá-lo com amor, sem humilhar, não como uma esmola mas sim como uma partilha, como se reparasse uma injustiça, lembrando que todos os bens materiais que temos na verdade não são nossos, nos foi ofertado pelo Pai porque nos julgou aptos para administrá-los, não só a nosso favor mas também a favor do próximo.
Bem no início disse que fácil é falar de amor, a sua prática parece ser mais difícil, no entanto não é, basta apenas sairmos de nossa comodidade e veremos que com a sua prática nossa alma se sentirá saciada, feliz e nossos antes grandes problemas se tornarão imensamente pequenos.

Ditado por João de Albuquerque
psicografado por Luconi
em 17/07/2009