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quarta-feira, 11 de novembro de 2009

O VALOR DA RELIGIÃO


São boas todas as religiões?
Muitos dizem que essas são como caminhos diferentes que levam sempre ao mesmo lugar. Se isso fosse realmente verdade a religião não faria diferença porque todas seriam aceitáveis a Deus, mas, será que são mesmo?

Quando Jesus Cristo estava na terra havia um grupo de religiosos, conhecido como Fariseus, que desenvolveu um sistema de adoração para o qual acreditavam na aprovação de Deus, entretanto, esses religiosos - os Fariseus- procuraram matar Jesus, o Cristo!

E Quando o Cristo lhes perguntou "vós fazeis a obra do Pai ?" na resposta disseram: "temos um só pai, Deus".
Pergunta-se: Deus era realmente pai dos fariseus e aceitava a sua forma de adoração? Penso que não e certamente que não! Mesmo que os Fariseus tivessem a Bíblia e pensassem em segui-la, ainda assim estariam desencaminhados porque Deus é o Deus da verdade e da justiça e nos fariseus não havia a verdade pura.

Está claro que essa religião e forma de adoração a Deus são falsas porque só servem para os maus interesses, que não são os de Deus; os interesses de Deus são a caridade e o amor ao próximo, por isso Jesus Cristo desconsiderou a religião dos Fariseus dizendo-lhes: "fechai o reino dos céus diante dos homens porque vós não o seguis e nem mesmo deixai entrar aqueles que querem segui-los". Por essa falsa adoração Jesus Cristo lhes chamou de hipócritas e venenosas víboras que por causa da sua conduta levaram muitos ao descaminho.

Cristo nunca ensinou que as religiões são apenas caminhos diferentes que levam ao mesmo lugar. No Sermão na Montanha disse: "entrai pelo caminho estreito porque espaçosa é a porta pela qual se entra para a própria destruição; sendo apertado o caminho, poucos são os que o acharão".

A maioria dos viventes está na estrada que leva à destruição, então, por que não adorar a Deus da maneira correta? Um exame na consciência nos esclarece sobre a importância de se adorar a Deus da forma correta, aquela que Deus aprova e aceita.

Os israelitas foram advertidos para se manterem longe das falsas religiões que estavam à sua volta e de todo tipo de adoração onde as pessoas sacrificavam seus próprios filhos com práticas impuras e que evitassem essas práticas porque seriam punidos.

A religião faz diferença sim, entretanto, é preciso saber que existem falsas religiões em nossos dias.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

NÃO JOGUE FORA SUA CHANCE





Andando por esta vida,
procurando minha estrada,
desviei-me do caminho,
ao pegar um atalho.

Vali-me da esperteza,
para a meta alcançar,
atrasando o caminho,
de quem era a vez de chegar.

Não estando preparado,
perdi o que alcancei,
cego de orgulho,
me revoltei.

O meu erro não enxergava,
o meu egoísmo me cegava,
enchia-me de razão o orgulho,
afastando de mim os afetos.

Cego, surdo para a realidade,
não ouvia os chamados,
daqueles que muito me amavam,
e as mãos me estendiam.

Isolei-me dentro de mim,
a muitos eu magoei,
abri as portas para os inimigos,
doença grave me assolou.

Jogado em uma cama,
sem nenhuma esperança,
as mãos que se estendiam,
eram de quem mais eu magoei.

Com paciência e amor,
ensinou-me a humildade,
falou-me do Salvador,
minha esperança restaurou.

Tarde demais para esta vida,
entendi o que dizia,
não podia por em prática,
cheio de culpa desencarnei.

Longa a estrada foi,
a culpa não permitia,
que eu enxergasse quem me socorria,
até que um dia enxerguei.

Em seus braços me recebeu,
aquele espírito amigo,
me levou para o socorro,
entendimento ganhei.

Agora estou aqui,
trabalhando e esperando,
oportunidade para encarnar,
e as lições por em prática.

A você que me lê,
como eu não faça,
que perdi uma vida,
por orgulho e egoísmo.

Repense seus atos dê uma chance a você mesmo.

ditado pelo espírito Lucas
psicografado por Luconi
em 10-11-09

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

O ARQUITETO DA NATUREZA.

Deus, o Grande Arquiteto do Universo, com a sua sabedoria criou o sol, a lua, as estrelas, todos os seres viventes que vagam no imenso planeta terra.

Ele, Deus, o Grande, não precisou de ajuda para dar movimento e cor a todos os planetas que percorrem o espaço sideral cujos caminhos foram traçados por Ele e desde a criação do mundo esses planetas nunca percorrem outro caminho em obediência às ordens de Deus.

Mesmo o vento, com a sua força veemente, segue o seu caminho sem revelar a ninguém de onde veio e para onde irá. De Deus recebeu ordens para não revelar o seu trajeto; mesmo os sábios que dizem entender tudo não encontraram a casa do vento, dizem esses sábios que o vento veio do sul, do norte, do leste ou do oeste, mas, como dar nome ao vento? Se ele, como uma força de ar, as vezes frio, outras vezes quente, corre por tantas direções que somente Deus, o Criador, conhece a origem e o caminho dessa força de ar que chamamos vento.

Deus, com tanta sabedoria, criou o sol, planeta quente para aquecer o frio da terra; a lua para iluminar a escuridão da terra; as estrelas no seu lugar marcado e que, desde que foram lá colocadas, lá estão, decorando o espaço dos astros.

Se o brilho das estrelas pudesse falar, com muito orgulho poderia dizer "foi Deus quem me criou, Deus é o meu Criador".

A terra, tão grande e repleta de coisas belas, revela que é a planta dos pés de Deus.

A todos os homens e mulheres: Elevai o vosso pensamento ao infinito e verão quão grande é o firmamento, que Deus existe e que a terra é simplesmente o escabelo dos seus pés, portanto, quando o homem conhecer e admirar a natureza, estará conhecendo e admirando o nome de Deus pois Ele é o progenitor e criador da natureza e não proíbe ao homem vivente de usufruir dessa beleza. A natureza, como revelação da bondade de Deus, é para todos. Por isso é visto que Deus a criou não somente para si, mas, para todos, de igual modo. Cultivai, amai e admirai a natureza e, acima de tudo, adorai a Deus.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

UMA LAGOA CHAMADA SALVAÇÃO




Era uma aldeia muito pobre, a vida dos seus poucos habitantes era miserável, duas ou três famílias mais abastadas, poucos eram os que se poderiam dizer homens de bem, praticamente lá não existiam, pois as vãs tentativas de se manter fiel a bons princípios eram vencidas pelos dissabores causados pelos outros habitantes.
Ali nada se plantando dava, a terra seca, infértil, pouquíssima era a água conseguida através de poços cavados com grande profundidade.
Parecia que ali tudo morria, até os bons sentimentos, a desesperança era geral, as poucas famílias mais abastadas, tinham o seu ganho através de roubos efetuados em outras aldeias, imperava a lei do mais forte.
Uma noite que parecia igual a qualquer outra, um menino e uma menina, irmãos, com idade beirando os dez anos, pequenos ainda, afastaram-se mais do que deviam das pequenas construções, casas em sua maioria feitas de sapé, cobertas com palhas.
Iam caminhando e não notaram a distância, quando de repente viram uma luz, vinha do céu, mais precisamente de um ponto no céu, o facho de luz era intenso.
Aquele ponto de luz, era um ser luminoso que viera ver de perto como os humanos ali se portavam e entrando em cada canto da aldeia, adentrou dentro da essência de cada habitante. O que viu, deixou-o penalizado e sem que percebe-se começou a chorar. De seus raios de luz começaram a cair seguidas gotas.
Quanta tristeza, ali o ser humano se brutalizará, perdera-se totalmente dentro da vaidade e egoísmo, os mais abastados humilhavam os pobres, estes por sua vez desprovidos de poder, maquinavam em suas mentes vinganças contra os mesmos, ou então descontavam em cima dos que menos que eles tinham.
A inocência das crianças eles matavam, os que tentaram semear amor, foram ridicularizados, os homens de fé tiveram suas bases abaladas pelo sofrimento deixando o rancor dominar, o pouco bem que encontrou não era bastante para dominar o mal.
Queria tanto ajudar, viera ali trazido pelas preces fervorosas de uma mãe, que vendo o filhinho definhar, lembrou-se de Deus, mas ali chegando percebera a energia negra que cobria todo lugar, para ajudar a mãezinha seria necessário ajudar àqueles pobres habitantes, que se entregavam ao cultivo de sentimentos inferiores, considerando que nada é o acaso, pôs-se a orar.
Orou fervorosamente ao Pai, pediu a intervenção do Mestre Jesus, queria deixar uma dádiva para aqueles infelizes, quem sabe algo que fizesse a fé germinar novamente e com ela viria os bons sentimentos, ajudaria a mãezinha, mas primeiro precisava ajudar toda aquela gente.
Com isso atraiu as duas crianças com sua luz, percebeu estar em seu choro a resposta de Deus, reduziu a sua luz e as crianças puderam vê-lo, um espírito iluminado, mas para as crianças apesar de não ter asas, era um anjo, e assim o chamaram.
Ele aproveitando-se da oportunidade, disse-lhes:
-Crianças, vão espalhem pela aldeia que aquele que plantar as sementes do amor, a felicidade alcançará, o caminho será longo, mas no amanhã haverá bem menos dor.
As crianças retrucaram:
-Anjo, ninguém vai acreditar na gente, e também não sabem qual é a semente do amor.
-Primeiramente a semente do amor é plantada através de bons atos, amando o seu próximo como a um irmão, voltando a obedecer aos ensinamentos de Cristo Nosso Senhor. Agora quanto a acreditarem isto é fácil, o Pai poderoso, permitirá que as minhas lágrimas se multipliquem e neste lugar árido e improdutivo terá um lindo lago, com abundância de água.
-Como anjo, só com suas lágrimas?
- Crianças, para Deus nada é impossível, já chorei muito e vou chorar ainda o resto da noite, pois pretendo aliviar a dor dos que tem o coração sangrando.
Nada se perde tudo é aproveitado em prol da humanidade, e minhas lágrimas servirão para tornar fértil o coração desta gente, e através destas águas está terra também passará a produzir.
Falando isso, voltou a brilhar de forma intensa, recolheu-se a um ponto no céu e continuou a chorar e orar.
Os meninos correram para casa, mal conseguiram dormir, logo cedo contaram aos pais o acontecido. O pai ralhando, já foi pegando a vara: Logo cedo, não acredito, vou cortá-los com a vara e sossegam o resto do dia. O pai levantou a mão, mas uma luz intensa cegou-lhe a visão. Deixando cair à vara, tentou fugir da luz, a esposa ajoelhou-se e disse: - É o tal anjo ajoelhe-se homem.
Tendo o pai ajoelhado e já pedindo perdão, a luz desapareceu.
Levantaram-se e foram indo para o local, já chamando todo a gente que no caminho encontravam.
O pai dos meninos, ainda duvidava, tinha medo que não houvesse lago, o que o poria em perigo, ele e a sua familia aquela gente não perdoaria.
Foi um alívio quando de longe vislumbraram o lago, todos caíram de joelhos e com a cara na terra agradeciam cada um de seu jeito.
Deram o nome do lago de Salvação, e os meninos falavam que em troca teriam que plantar as sementes do amor e lembrar-se de Jesus.
Aquele fato modificou totalmente a energia daquele povo, a esperança renasceu e com ela a alegria, aos poucos foram se modificando, agora os homens que haviam pregado o amor antes, voltaram a pregá-lo, só que agora todos paravam para ouvir.
A aldeia transformou-se, eram pobres, mas trazia uma boa dose de bons sentimentos, aqueles que persistiram no mal, acabaram tendo que sair da aldeia.
Um dia o ponto luminoso voltou, pairou por algumas horas, não chorou, sorriu, sabia que agora aquela gente estava no caminho da evolução, era certo que ainda tinham as sementes dos sentimentos negativos latentes em suas almas, mas estavam lutando contra eles, a semente do bem germinará.
A luz fizera-se presente e um dia eles sairiam totalmente vitoriosos de volta ao Pai.
Gilson Gomes
psicografado por Luconi
em 02-11-2009