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quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

COMO OUVIR DEUS

Nas nossas preces devemos estar sempre mais dispostos a ouvir que falar, mais precisamente, dispostos a ouvir Deus.

Na bíblia temos o exemplo de Samuel que, quando Deus o chamou, ele prontamente ergueu a sua voz e disse "fala porque o teu mensageiro ouve" e o jovem Samuel recebeu imediatamente a sua mensagem, assim como, também, Isaías, em cuja visão Deus estava em muito alto e sublime grau.

Isaías, como seu mensageiro, pôde contemplar Deus, assim como os demais mensageiros que estavam ao seu redor naquele momento e todos clamavam: "Santo! Santo! Santo é o Senhor. Enquanto via tudo isso Isaías abriu a boca e proferiu uma oração, entretanto, continuou ouvindo e em seguida ouviu a voz que clamava: " a quem enviarei? E quem há de ir por Mim?" E o mensageiro Isaías respondeu: "envia a mim Senhor". E Deus lhe deu a incumbência do que deveria executar.

Maria também parou para ouvir Deus. O mensageiro enviado foi o Anjo Gabriel e a mensagem enviada foi que seria mãe do seu (de Deus) filho Jesus. Só em ouvir com atenção as palavras do mensageiro Maria aceitou de bom grado e disse: "cumpra-se em mim o teu querer, sou tua serva".

Deus falando também aconteceu com Paulo, no caminho, próximo à cidade de Damasco, repentinamente Paulo foi cercado por um clarão e caiu.

Já refeito da sensação que sentira por ter ficado cego por ser a luz tão forte, a voz de Deus lhe dizia: "Por que me persegues?".
Paulo respondeu: "o que eu posso fazer?" e partindo dali a vida de Saulo mudou. Observemos, mais uma vez, que o motivo que levou Saulo a se converter foi a voz de Deus falando e ele ouvindo e respondendo.

Exemplos como esses vêm para confirmar que existe uma necessidade muito grande de ouvir a Deus nos momentos de tranqüilidade que tiramos para orar, não precisamos ficar falando, falando e falando. Deus sabe tudo de nós.

Na realidade nos é que temos necessidade de saber mais a respeito Dele, do Deus Verdadeiro, e qual é o seu objetivo para conosco.

A oração é parte importante porque um pai tem apreço em ouvir o filho, todavia, no momento de silêncio, meditação e contemplação deve haver mais tempo dedicado ao silêncio porque é no silêncio que nos tornamos receptivos às mensagens e conselhos de Deus, por isso é aconselhável passar constantemente por momentos de reflexão, quando boas lembranças se apoderam da nossa mente e ao fazermos assim a nossa confiança em Deus será constante.

Hoje, geralmente, nossas orações consistem em falar e nada ouvir. Fazemos as nossas preces regidas pelo tempo. Nunca paramos para ouvir a resposta de Deus. Dessa forma as nossas orações tornam-se vazias e formais; procuremos encontrar tempo suficiente para meditar e contemplar e não somente para ficar falando, falando e falando.

Podemos ouvir Deus no silêncio da nossa consciência, Deus tem inumeráveis formas de falar aos seus seguidores, e seja essa qual for, precisamos saber ouvir.

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

É NATAL NOVAMENTE




MENSAGEM EM DUETO LUCONI E EURÍPEDES



Com amor e alegria,
é natal novamente,
com a consciência tranqüila,
saudamos o Aniversariante.

Fazendo um longo exame,
percebemos as falhas,
o Aniversariante entende,
somos humanos apenas.

Ele sempre nos concede,
as provas que nos testam.,
com novas oportunidades,
concertamos antigas falhas.

Assim devemos seguir,
natal após natal,
a meta é a evolução,
Jesus é a razão.
LUCONI


É Natal novamente
Mas quem nasceu
Não foi Papai Noel
Mas aquele pequenino
Que uma estrela resplandescente
Nos indicou lá do céu!

Era Rei
Ninguém sabia
O Menino que nascia
Era nobre
O Deus que nascia pobre
Naquele dia!

E o mundo jamais foi o mesmo
Desde então
E aquele Deus feito homem
Novamente renasce
Em quem tem boa vontade
No coração!
EURÍPEDES BARBOSA RIBEIRO
Publicado no Recanto das Letras em 15/12/2009 Código do texto: T1980182

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

JESUS NÃO QUERIA NOMES, APENAS COMPREENSÃO




Nosso Senhor Jesus Cristo não veio fundar nenhuma religião nova, com certeza o nome que dariam aos que acreditassem em seus sábios ensinamentos é o que menos o preocupava, aliás Ele teria preferido que não rotulassem.

Sim, seus ensinamentos eram simples e profundos, sendo apenas mistério para aqueles que não estavam preparados ainda para ouvi-los.

Os homens colocaram rótulos, os homens fizeram as separações, os homens que não entenderam que o mais importante era a essência da mensagem.

 A Ele só importava a prática do amor ao próximo, que com isso extirparia de vez todo sentimento contrário às Leis Divinas.

Com humildade pregava, com humildade renovava os ensinamentos deixados por Moisés, adaptando aos novos dias, com humildade explicava não importa se sois isto ou aquilo, o que importa é que ame a seu próximo, demonstrando isto através de seus atos, no seu dia a dia, com humildade, deixou muitos ensinamentos que para a época em que vivia eram inteligíveis, mas os deixava para o futuro.

No entanto, o homem dividiu os fiéis, a essência era a mesma, mas por não respeitarem a opinião de cada um, por não entenderem que o que vale é a essência, por orgulho querendo sempre ter razão e satisfazer o próprio ego, findaram por se dividir, isto já no início aconteceu quando Paulo batizava os estrangeiros sem exigir que eles fizessem a circuncisão, sem exigir que eles aderissem à igreja judaica, o que sem dúvida estava certíssimo, Pedro assim entendeu também, mas os cristãos judeus da igreja de Jerusalém aceitaram o fato com muita relutância. 


Paulo entendia que os ensinamentos de Cristo estavam acima de qualquer outro já existente, e este não dependia daquele.

Como veem ao invés de todos respeitarem a opinião um dos outros e se importarem sim com a essência, não preferiam se alongar em longas discussões que de fato só os levaram a separação, depois disso nesta Terra muitas divisões foram feitas e, com o tempo, ninguém mais queria apenas que acreditassem no Cristo, passaram a divulgar sim as suas próprias ideias, alguns interpretavam os evangelhos deixados, visando os seus próprios interesses.

Sendo assim deram margem para que hipócritas, falsos cristãos, se apoderassem dos evangelhos sagrados, não só julgando serem seus donos, como também dando-lhes uma única interpretação, sendo somente esta divulgada.

Tinham tudo na mão, mas preferiram repartir a doutrina, repartir a seita cristã, simplesmente por causa de um orgulho que a nada os levaria, a não ser a dívidas para com a humanidade.

Homens incautos, não percebem que se conhece o bem através dos atos que são praticados, que haveria de haver só uma religião, que todos os grandes profetas, desde os tempos primitivos, sempre pregaram o mesmo Amor, apenas as palavras se modificavam, eles vinham não fundavam religiões, apenas davam exemplos de Amor ao Pai e a forma de alcançar a evolução.

 Conforme a humanidade ia evoluindo tornava-se necessário a vinda de outro enviado, para adaptar as leis deixadas pelo anterior, para que a humanidade da época pudesse entender.

Simples, fácil, mas o Homem consegue a tudo complicar, sempre só pensa nas vantagens que pode tirar para si, por isto deu grandes brechas para o Mal e agora eu vos pergunto, continuam ainda a querer fazer prevalecer suas vontades, seus orgulhos, suas ganâncias, esquecem-se da luta do Bem com o Mal, que já deveria estar vencida neste planeta?

Nós aqui da espiritualidade, apenas podemos orientar, advertir, mostrar onde está a grande brecha, mas cabe a vós encarnados realizar a grande reforma.

Uma só seita, uma só união, aquela que acima de tudo, segue as Leis do Amor pregadas neste planeta há milênios.

Ditado por Aspargos
psicografado por Luconi
em 03-12-09

domingo, 6 de dezembro de 2009

A CARTA DE NATAL



Meu Papai do Céu,

Hoje cedo eu vi um anjo rezando...
Era minha santa mãezinha!
Em sua oração, ela pedia que neste Natal
Eu ganhasse um presente
(Uma boneca mesmo que fosse usada)
Dizia das cartas que me vira Te escrevendo
Oh, meu Senhor! Perdoa esta alma inocente
Deixa eu acrescentar mais umas linhas
Em minha carta e pedir por Ela!...
Meu Pai! Como eu pude esquecer
Do anjo que todas as noites vela meu sono?
Quando a vi rezando eu quis esconder minha face
Tamanha era a minha vergonha... de mim!
Minha mãe é que me embala as horas
Desde menino até os fins de meus dias!
Olha, meu Deus! Escreve em teu Livro Eterno
Que Mãe é para todo o Sempre! Amém!

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

O TRABALHO.

O Cristo, filho de Deus, foi um varão virtuoso que para exemplo de vida nos deixou os ensinamentos de Deus, como, também, foi cumpridor dos mesmos. O Cristo serviu como modelo dos requisitos de Deus para nos e deixou claro que em cada um dos seus gestos e palavras que quando se tratar de obrigações para com os superiores, devemos ser trabalhadores com as próprias mãos e cumpridores dos deveres.

Um fato que envolveu Jesus e Pedro, seu seguidor, aconteceu quando chegaram à cidade de Cafarnaum e os cobradores de impostos foram fazer a cobrança das duas moedas devidas como imposto àquela época. Perguntaram a Pedro se o Cristo também não pagava as duas moedas? Pedro respondeu que sim. Quando Pedro entrou em casa o Cristo perguntou: Pedro, de quem os reis desta terra cobram os impostos? Dos filhos ou dos estranhos? Pedro respondeu que dos estranhos.

Jesus entendeu que, sendo assim, só os naturais estavam isentos e seria um escândalo não pagar seu imposto. Ordenou a Pedro que fosse ao mar, lançasse o anzol e do primeiro peixe fisgado tirasse a peça que estava em sua boca para ser entregue aos cobradores de impostos que com essa receberiam os impostos de ambos.

Para colocar em prática esse relato é preciso conhecer e entender o sentido do Cristo que, como filho de Deus enviado à terra, também se sentia na obrigação de pagar o seu imposto. Primeiro deixou claro que se ele, juntamente com Pedro, não pagasse aquele imposto, seria escandaloso porque se ele era um embaixador do Pai, deveria ser ele o primeiro a cumprir o que era correto uma vez que veio para dar exemplo de virtude, honestidade, trabalho, cumpridor dos seus deveres, em primeiro lugar, para com o Pai Deus, depois para com os homens.


Vê-se com clareza que Jesus ordenou a Pedro que fosse trabalhar, para isso que lançasse ele seu anzol ao mar. Aqui Jesus mostra que devemos usar habilidade segundo a nossa inteligência e trabalhar honestamente.

É dado a entender que Pedro, ao abrir a boca do peixe, encontraria algo; não que Pedro encontrasse diretamente as duas moedas que seria o valor do imposto, mas, supostamente, aquele peixe teria engolido aquele objeto que ainda se encontrava no seu interior e que, vendido, o preço daquele objeto seria o valor que eles precisavam para cumprir a obrigação como estranhos que eram naquela cidade.

Esse epistológrafo esclarece que diante desses acontecimentos uma das virtudes de Jesus estava em ação; Jesus não era adivinho, todavia, possuía um espírito de vidência pois pôde ver que na primeira pesca que Pedro fizesse encontraria tal objeto dentro do peixe; vimos que Jesus viu o peixe e identificou o objeto mas era preciso que fosse apanhado naquela pesca e depois dado por conta do valor do imposto. O trabalho de Pedro comandou tudo. Precisou iscar o anzol, ir ao mar, lançá-lo à água, fisgar o peixe e, por fim, abrir a boca do mesmo, etc.

Nosso dever, como seguidores de Deus, é trabalhar o mais correto possível para que não sejamos escandalizados, mesmo que tenhamos de produzir o nosso próprio sustento, o nosso próprio vestuário e a nossa alimentação com o trabalho de nossas próprias mãos; devemos nos especializar em um trabalho compensador, fazer aflorar as nossas virtudes com dignidade, trabalhar com afinco, nunca sermos um peso sobre os ombros de outrem, não pensar no esforço que tenhamos de fazer no trabalho que nos dignifica, produzir para obter a vantagem e, quando pudermos olhar para trás, poder dizer: o que tenho foi adquirido com esforço e cumpri com os meus deveres.

É preciso muito trabalho e esforço paro o progresso pois somente crescerá em abundância aquele que acompanha o sol ao nascer e deixa o sol se por para ir ao seus aposentos.