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domingo, 28 de janeiro de 2018

RESGATANDO COM AMOR




Um espírito de grande sapiência reencarnou na Terra, escolheu viver entre os mais humildes e desvalidos da sorte.
Sua infância foi difícil, mal aprendeu a ler e a escrever, era muito amado pelos pais pobres na Terra, mas ricos em amor, como ele seus pais queriam fazer o resgate em aberto na pobreza.
No entanto, os pais cedo voltaram ao mundo espiritual, ele já homem feito casou-se, pouco tempo durou e o gosto do fel da traição experimentou, quase se perde pelo emocional, mas com o filhinho nos braços vai em busca de sorte melhor.


Dedica-se de corpo e alma a esse filho, que quando rapazote também parte para a espiritualidade. Nosso amigo não aguentou a dor pungente em seu peito, largou trabalho, abandonou a casinha pobre e pôs-se a caminhar pelas ruas da grande metrópole.


Apesar de sua grande dor, ele sempre tentava auxiliar os seus iguais, irmãos que nada tinham a não ser a vida. Tornou-se querido, ninguém o expulsava, ele era educado, pegava papelão para sobreviver, não pedia nada a ninguém, se tinha comia senão dormia com a barriga roncando.

Quantas vezes não dividiu seu mísero jantar com outro irmão? Quantas vezes não deu o jantar inteiro para uma criança e sua mãe? Quantas vezes perdeu-se a conta, tanto que ele já procurava vender mais papelão para poder comprar o jantar em dobro.


Um dia, um homem jovem, bem vestido, a ele se apresentou, havia ouvido falar do amigo que sempre auxiliava algum irmão e quis conhecê-lo, espantou-se com sua magreza e também percebeu que já não era jovem.
  • Venha senhor, arrumo lugar num asilo, lá terá teto, comida, cama e assistência médica.
Ele se recusava, não queria aceitar.
Então, com a insistência do jovem homem, ele lhe respondeu:
  • Meu amigo, vendo papelão, passo o dia catando e vendo, mas o que ganho não é suficiente, poderia então o amigo me arrumar um lugar de faxineiro, ajudante geral, não precisa registrar, mas teria um salário fixo.
O jovem homem, abanou a cabeça, prometendo voltar com novidades.


Passou-se dez dias, e o homem voltou, arranjara uma fábrica de tecidos pequena, para ele limpar, e nesta fábrica no fundo um quarto e um banheiro para ele morar, em troca um salário mínimo e uma marmita por dia.


Passou-se um mês inteiro e nosso amigo nem saía da fábrica, mas quando recebeu seu salário, passou a sair dia sim e dia não após o expediente, voltando um pouco tarde da noite.


O jovem homem  ficou sabendo e então foi atrás dele, acabou vendo ele que parava e comprava alimentos, depois ia para debaixo do viaduto que era sua morada antes e lá distribuia com os que nada tinham conseguido durante o dia.


O jovem o abordou e lhe disse: Por que volta aqui, como vive se sei que dia sim e outro não o senhor vem distribuir alimento.


Meu amigo, venho um dia sim e outro não, por que o dinheiro do salário não dá para trazer alimento todo dia e mesmo assim como vê levo o mais barato. Vivo na fábrica, vivo da marmita uma vez ao dia e todo dia a secretária me dá um copo de café e eu compro um pãozinho, assim vou passando, só de domingo tenho que gastar comigo, não tem marmita, mas compro mais pães, que são baratos.


O jovem o olhava e se emocionava, e lhe perguntou:
Por que faz isso? O que sente pra fazer isso?
O nosso amigo sorriu e lhe disse:


Perdi a todos que amei, perdi minha família de sangue, então aceitei a família que Deus me deu, aquela gente de debaixo do viaduto, são meus irmãos e irmãs, as crianças meus netos. Filho, não se dá a costa para ninguém da nossa família, principalmente quando nossa família foi Deus que nos deu, através de sua Paternidade, pois ELE Gerou a todos nós.


- Senhor, de agora em diante faço parte de sua família e não vou deixá-lo sozinho em sua luta, vamos hoje vou te apresentar onde trabalho três noites por semana, nosso grupo é chamado Anjos da Noite, e creia sua família que também é minha será assistida e o senhor ao invés de se alimentar só uma vez ao dia, poderá se alimentar normalmente com seu salário, pois lá o senhor trabalhará em prol de sua família.  


A missão de nosso irmão estava cumprida, não tinha nesta encarnação nenhum saber, carregava apenas o amor que sentia por todos, este amor dizia a ele todos são seus irmãos e ele a todos abraçou, com boas palavras, com muito carinho e com o pouco que tinha materialmente.


Tornou-se o melhor conselheiro da equipe, se havia alguém teimando em não se refugiar no albergue ou se negando a ter assistência médica, ou a mãezinha que não aceitava deixar as crianças amparadas até conseguir emprego e poder ter um lar, bem todo caso difícil era só chamá-lo que ele carinhosamente devagar derrubava as barreiras.


Trabalhou arduamente por dez anos e depois como um passarinho dormindo voltou a verdadeira pátria.


Hoje ele já retomou consciência de todo o seu saber, mas jamais deixou de ser o amigo dos desvalidos da sorte e é como tal que trabalha, levando amor muito amor a todos encarnados e desencarnados.


Na Terra bem poucos lhe davam valor, um pobre coitado era como o definiam. Reflitam.


Ditado por Gilson Gomes
psicografado por Luconi

em 11-01-17

terça-feira, 23 de janeiro de 2018

PODE SER UMA ESTRELA E NÃO UM SATÉLITE





De que vale o conhecimento,
o saber adquirido,
se o usas para alimentar teu ego,  
se acreditas ser ele verdade absoluta.



Desta forma o teu saber,
não te evolui,
apenas é para você escada,
pois mais alto que os outros te sentes.



O conhecimento só é válido,
quando com muita humildade é passado,
consciente que se alguém ensinas,
este alguém também tem muito a te ensinar.  



Nenhum conhecimento é o ponto final,
sempre existirá muito a acrescentar,
e se mereceres a ti chegará,
por meio de quem nada esperas.



Também quando um saber novo a ti chega,
não o tenha como fim, como completo,
pois muito mais para aprender terás,
o saber nunca se finalizará.



Agora só ensinar não é válido,
fáceis de dizer são as palavras,
difícil é praticar no dia a dia,
o que tanto com a fala ensinas.


Nosso Senhor exemplificava tudo que ensinava,
naturalmente antes mesmo de iniciar seus ensinamentos,
por que tudo estava dentro Dele,
por que tudo era Ele.



Quando iniciou as pregações,
apenas falava do que já praticava,
suas palavras tinham alicerce,
alicerce baseado na Verdade que Ele era e é.



Agora meu irmão,
olhe o teu irmão com olhar de amor,
não o olhe como menos evoluído,
na espiritualidade podes te surpreender.



De repente descobres,
que quem consideravas um satélite,
a quem na Terra emprestavas a tua luz,
é uma estrela luminosa nos céus da espiritualidade.



Ditado por João de Albuquerque
psicografado por Luconi

em 10-01-2018

quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

ORAÇÃO DO PERDÃO DE ANDRÉ LUIZ






“Pai, quando eu for chamado para junto de Ti, quero partir com o coração aliviado de qualquer sentimento menor que possa reter-me ao vale de lágrimas onde me encontro hoje.


Ah, Meu Deus, que nada do que já vivi e ainda vivo seja obstáculo à minha felicidade amanhã!…


Quando eu me for, quero alçar vôo como fazem as aves que planam livres por sobre as misérias humanas, e que não pousam no chão senão para buscar o alimento que as mantém fortes nas alturas!…
Quando meus olhos se cerrarem à ilusão da carne, é de minha vontade que eu me distancie do mundo com a leveza das almas experimentadas na forja das provas árduas, sem que o peso dos sentimentos menores impeça meu anseio de libertação!


Desejo, Pai, libertar-me, sendo fiel à Tua lei de amor e de perdão!


Eu compreendo que a Terra é a escola onde Tu nos prepara para a angelitude!…
Eu compreendo que o sofrimento é a lição que nos faz avançar para a glória ou estacionar na senda de novas e mais dolorosas provas!…
Eu compreendo que tudo é seleção: os laços, a estrada, os acontecimentos…
De minha atitudes colherei bem ou mal; com minhas decisões talharei o que serei amanhã.
Alegrias infinitas ou sofrimentos sem conta nascem unicamente de meus atos, a revelia do que os outros me fazem ou deixam de fazer…


Por isso, Pai, conduz meu pensamento de tal sorte que, quando chegar minha hora, nada do que vivi possa retardar-me o passo ou prender-me outra vez ao sombrio grilhão da dor.
De todos os momentos experimentados, que eu carregue comigo apenas aqueles que me proporcionaram coisas úteis e felizes.
Que os infortúnios e mágoas do passado não sejam mais peso em meu coração, a impedir a realização dos mais ardentes anseios de felicidade e sublimação!…

As lágrimas que me fizeram verter – eu perdoo.
As dores e as decepções – eu perdoo.
As traições e mentiras – eu perdoo.
As calúnias e as intrigas – eu perdoo.
O ódio e a perseguição – eu perdoo.
Os golpes que me feriram – eu perdoo.
Os sonhos destruídos – eu perdoo.
As esperanças mortas – eu perdoo.
O desamor e a antipatia – eu perdoo.
A indiferença e a má vontade – eu perdoo.
A desconsideração dos amados – eu perdoo.
A cólera e os maus tratos – eu perdoo.
A negligência e o esquecimento – eu perdoo.
O mundo, com todo o seu mal – eu perdoo.



A partir de hoje proponho-me a perdoar porque a felicidade real é aquela que nasce do esquecimento de todas as faltas!…
No lugar da mágoa e do ressentimento, coloco a compreensão e o entendimento; no lugar da revolta, coloco a fé na Tua Sabedoria e Justiça; no lugar da dor, coloco o esquecimento de mim mesmo; no lugar do pranto coloco a certeza do riso e da esperança porvindoura; no lugar do desejo de vingança, coloco a imagem do Cordeiro imolado e o mais sublime dos perdões…


Só assim, Pai, se um dia eu tiver que retornar à carne, poderei me levantar forte e determinado sobre os meus pés e não obstante todos os sofrimentos que experimentar, serei naturalmente capaz de amar acima de todo desamor, de doar mesmo que despossuído de tudo, de fazer feliz aos que me rodearem, de honrar qualquer tarefa que me concederes, de trabalhar alegremente mesmo que em meio a todos impedimentos, de estender a mão ainda que em mais completa solidão e abandono, de secar lágrimas ainda que aos prantos, de acreditar mesmo que desacreditado, e de transformar tudo em volta pela força de minha vontade, porque só o perdão rasga os véus sombrios do ressentimento e da revolta, frutos infelizes do egoísmo e do orgulho, libertando meu coração no rumo do bem e da paz, do amor verdadeiro e da felicidade eterna!


Assim seja!”




(Psicografia André Luiz, 08.03.2003)


sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

OBSTÁCULOS DO CAMINHO NÃO DESVIE




Superar dificuldades, parece ser tão difícil, então muitos preferem simplesmente contornar os obstáculos.
Sentem-se de imediato tão aliviados, julgam-se até muito espertos, afinal conseguiram deles se livrarem.


Mas é pura ilusão do caminhante descuidado que ao invés de enfrentar os obstáculos da vida eliminando-os um a um com paciência dentro das Leis do Amor, simplesmente deles se desviam e o obstáculo continua ali a ser transposto.


Mais cedo ou mais tarde, novamente em seu caminho reaparece e desta vez mais forte, porque o caminhante a cada desvio efetuado despende energias e depois do desvio com dificuldade encontra outro caminho a trilhar que no final das contas é apenas uma ilusão, pois ninguém saí do próprio caminho sem sofrer consequências e com isso além do obstáculo que deixou para trás outros novos obstáculos aparecerão e o caminhante acaba em círculos que mais cedo ou mais tarde ao velho obstáculo o levará.


Nesta vida ou na vida espiritual não se deve deixar nada sem finalizar, tudo que deixamos pontas acabaremos tendo que voltar para encerrar. A melhor forma de se ter um caminho aberto, é não desviar de obstáculos, é não deixar pontas soltas, é ter a certeza que para continuarmos um caminho devemos olhar para trás e ver que o que foi já percorrido está livre, que por ele podemos retornar de cabeça erguida, pois soubemos remover os obstáculos, prender as pontas e tudo dentro das leis maiores que são as Leis Divinas.


Apenas um conselho de quem a duras penas aprendeu que não se deve ter pressa no caminhar, o importante é a qualidade da caminhada que é realizada, aproveitando todas as oportunidades do caminho para semear boas energias a todos que estiverem no caminho, seja por instantes, seja por uma vida.


Tenha certeza que o esforço de enfrentar cada obstáculo sem deixar pontas, será sempre recompensado e sempre o auxílio virá de uma forma ou de outra, mas só o fato de nisso terem fé já fará os obstáculos se tornarem mais fáceis de serem vencidos.


Que a paz do Senhor esteja com todos.


Ditado por Áspargos
psicografado por Luconi

em 04-01-2018

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

DA ILUSÃO À REALIDADE






Destarte passaram-se os anos, entre festas ilusórias e constante fuga da realidade. Desde que me dei por gente, vivi desta forma, forma cultivada desde a infância. Não fui má pessoa, sempre que me procuravam eu tentava auxiliar, fosse um amigo, parente, um empregado, qualquer um de minhas relações.

Mas era só, auxiliar era fácil, pois tinha fortuna, teria que jogar dinheiro fora para lapidá-la, mesmo assim seria difícil pois as fazendas de gado para corte e de produção de leite sempre produziam riquezas que eu acumulava. Aliás poderia ter feito muito por muitos, gente que não era de minhas relações, mas que estavam ali bem debaixo de meu nariz.

É por isso que falo que vivi uma fuga da realidade, pois se tentava ser justo, se tentava auxiliar como disse acima, também não olhava o mundo real, não tentava saber como viviam quem não era de meu nível, não tentava levar o progresso às cidades onde minhas fazendas se localizavam, assinava cheques, abria o cofre e dava dinheiro aos padres e passava por benfeitor. Agora benefício mesmo onde eu participasse diretamente não, mantinha-me distante do povo. Acreditava que havia uma linha invisível divisória entre o povo e eu.     

Uma vida voltada para futilidades, arrastei comigo, como meus pais comigo fizeram, minha esposa tornando-a frívola, pois eu incentivava e participava de seus caprichos, também arrastei meus dois filhos, um rapaz e uma moça fazendo-os pensar que éramos privilegiados, pertencíamos a nata da sociedade e a nata não se mistura.

Assim apesar dos chamados da vida, que eu não reconhecia como chamados, entrei na velhice precoce devido a tantos desmandos em festas, noitadas. Aos cinquenta e cinco anos, já estava preso ao leito e minha esposa enfadada por ter que se prender ao meu leito, logo cansou-se e contratou uma enfermeira. Os filhos, que moravam em nossa casa, mais do que depressa ao verem que o derrame me impossibilitaria de me levantar um dia, com pretextos viajavam muito para a Europa, permanecendo meses a fio longe, quando voltavam o máximo era entrarem em meus aposentos e me beijarem a testa, a esposa mudou-se para um dos quartos de hóspedes com a desculpa que assim a enfermeira me cuidaria mais a vontade e desta forma vinha pela manhã por poucos minutos e a tardinha antes de se arrumar para suas festas.

Eu ali, por três anos, aguardando a morte que não chegava, pensava em meus pais que na doença se recolheram a uma das fazendas, mas eu pelo menos passava um mês todo com eles e o outro vinha pra Capital, amava muito meus pais e apesar de minha frivolidade o amor por eles falou mais alto sempre.

Tive tempo para me analisar, primeiro me revoltei, mas durou uns dois meses, depois me acalmei e comecei a me analisar bem devagar, ligava cada ato de desamor dos meninos e da esposa a forma que eu os ensinei a viver, fugindo da realidade do mundo, então eu não podia reclamar, eles não tinham aberto as portas da alma para acolher o sofrimento humano.

A boa enfermeira começou a ler para mim, livros de amor, história de altruísmo e um dia me apareceu com um livro psicografado, eu pouco falava, mas entendia tudo, não andava devido a paralisia da cintura para baixo, era da cama para cadeira de rodas de onde me transferiam para uma poltrona próxima a janela.

Bem o tal livro era do querido Chico Xavier que eu nunca tinha ouvido falar, mas amei a história, era Paulo e Estevão, em seguida me trouxe há Dois mil anos e logo Nosso lar, Cinquenta anos Depois, Renuncia e Ave Cristo, estávamos ainda lendo quando desencarnei. E no meio disso tudo, todo dia antes de dormir um pouquinho de leitura do Evangelho Segundo o Espiritismo. Minha esposa achava tudo um conto de ilusões, mas percebeu que eu gostava, que estava mais calmo e até tirava o livro da mão da enfermeira e lia sozinho, enquanto ela lia outro, pena que por não falar e conseguir escrever pouco não conseguiamos trocar muitas impressões, então a enfermeira me falava a sua opinião e era maravilhoso.

De início de 1950 a final de 1953 ela promoveu minha evangelização e reforma íntima, mas também nasceu o sentimento de remorso e eu escrevia para ela : Culpa, culpa, fui omisso, sou culpado. Isso durou um bom tempo, de vez enquanto chorava e ela orava. Por fim, com algum sacrifício escrevi uma carta aos filhos e esposa dizendo tudo que sentia a respeito de minha frívola vida e de como Cristo esperava que eu fizesse e não fiz.  

Desencarnei, fui recebido, devido à Misericórdia Divina, pelos irmãos socorristas, pois se não tinha créditos também não fizera grandes débitos e meu arrependimento sincero foi levado em consideração. Pelos familiares fui dado como fora de minhas faculdades mentais depois de lerem a minha carta.

Sempre soube que se eu pude obter qualquer transformação foi graças à enfermeira, pela qual eu sentia um imenso amor e sinto até hoje, descobri com o tempo que há muitos séculos andamos nos encontrando, como mãe e filho, como irmãos e até como esposa, porque nada é acaso nem aqui nem aí na Terra. Ainda tento alcançar a esfera a qual ela pertence,  sempre está um passo a minha frente, mas mesmo assim trabalhamos juntos, são trabalhos interligados de auxílio e evangelização de desencarnados e encarnados.


Em breve voltarei a Terra, serei pai de meus filhos e esposa, a bondosa enfermeira será minha esposa e meus pais serão os mesmos, mas hoje na Terra são devotados soldados de Cristo, vivendo hoje na terra com alguma dificuldade financeira.


Bem, hoje eu vim aqui trazer meu relato, como em 1953 deixei aos meus que me julgaram louco,  deixo este a todo irmão que aqui vier, com o único intuito de lhes falar: não sejam o que fui, sejam para os outros o que a boa enfermeira foi para mim e para tantos que passaram por ela naquela vida.


Não deixo meu nome, porque muito conhecido fui, meus filhos já estão aqui há algum tempo, mas meus netos na Terra ainda estão e não quero causar-lhes nenhum embaraço.


Não direi até breve, por que em breve na Terra estarei, direi apenas Que Cristo esteja com todos e todos saibam disso.




ditado por um aprendiz
psicografado por Luconi
em 04-01-2018

sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

PASSADO, AMARGURA, MUDANÇA, PAZ






PASSADO



Esqueça o passado,
das alegrias recorde,
a lição aprendida ensine,
a ajuda recebida agradeça,
o amor recebido espalhe,
sempre em frente siga.



AMARGURA



Não se amargure,
não se culpe,
pois se a culpa é reconhecida,
é porque a lição foi aprendida,
então a página deve ser virada,
uma nova página iniciada.




MUDANÇA



De mudar não tema,
a vida de mudanças é feita,
se sentir que é hora de mudança,
em ficar não persista,
a tua voz interior siga,
aproveitando a hora certa que se apresenta.




PAZ

A paz com amor é conseguida,
muitas vezes com renúncia,
abrindo mão de si mesma,
plantando a esperança,
vivendo no sorriso de alguém,
acendendo a luz no olhar de outrem.




São singelos conselhos, de alguém que muito ainda tem a aprender, mas atreve-se a tentar, semear a esperança em teu coração.




Ditado pelo Irmão da Paz,
psicografado por Luconi
em 02-12-17