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quinta-feira, 24 de agosto de 2017

JARDIM DA ALMA ERVAS DANINHAS OU FLORES




Não serei eu que direi estão errados, não serei eu que os julgarei, pois se nesta terra tão pouco acertei, se nesta terra tanto errei, como posso eu nos dias de hoje não compreender a alma humana.
Sim meus queridos, a alma humana tão dual, carregando em si uma dualidade que faz com que o que ache tão correto num minuto no momento seguinte já age de forma diversa dos valores que seguia e pregava até mesmo através de suas ações.

AH! A alma humana, que num instante alça voo às alturas do infinito e no outro caí dessas alturas em queda vertiginosa.

Alma tão bela, tão repleta de recursos para escalar os degraus da evolução, mas que por um sentimento negativo, que a toma, adormece todos esses recursos e acaba na mais triste
vala onde mais tarde o remorso  a fará se corroer, remorso chicote da alma, remorso que a faz parar para rever os motivos da queda, onde vislumbra de repente que apenas tivesse dado ouvidos ao seu eu interior ao invés de abafá-lo não estaria em tal situação.

Quanto a alma perde por abafar a voz da razão que dentro dela grita.
Ninguém está livre de momentos de dissabores, ninguém encontra um caminho plano sem obstáculos para percorrer a jornada terrena, afinal aí estão para aprender novos valores, para alicerçar os que existem dentro de si, para acabar de arrancar alguma raiz daninha que possa ter restado e está adormecida, esperando ou ser arrancada de vez ou a oportunidade de crescer de tal forma que nada mais a alma irá escutar.

Uma vez permitindo que tal aconteça, esta erva daninha irá chamar outras ervas daninhas, pois a consequência de praticarmos atos negativos é que passamos a receber energias negativas e uma energia negativa alimenta outra energia negativa e quando o ser se dá conta tomou atitudes contrárias ao que era antes de permitir tal erva de germinar, de crescer.

É de simples entendimento, se você cativa o amor, você acaba cativando a bondade, a fraternidade, a benevolência, a caridade, todos sentimentos filhos do amor, esta alma será sempre florida o seu jardim será belo com uma variedade incrível de boas sementes que irão tomar conta do ser, energia positiva gera energia positiva.

Já se você cativa o desamor, acabará cativando a raiva, o egoísmo, o orgulho, o ciúmes, a sede de poder, a materialidade, a radicalidade, a alma então que sempre tem em si sementes positivas acaba sendo tomada pelas ervas daninhas e o jardim que era para florir seca, não morre jamais, mas as sementes ficam latentes esperando algo que as regue, energia negativa gera energia negativa.

Tudo depende da alma humana, aquela que se entrega aos bons sentimentos, não importando se os espinhos do caminho firam seus pés, que a ingratidão apunhale o seu coração, que o desamor, o preconceito, a radicalidade batam em sua porta de várias formas, que a besta humana, que muitos infelizmente cultivam através de atos insanos, o faça sofrer as consequências de seus atos infelizes, esta alma poderá sofrer na terra, mas dentro de si a paz que carrega emanada do seu jardim interno, não permitirá que ela caía, a fé, a confiança, farão que ela sinta sempre a presença de seu Criador e suas atitudes repletas de boas energias serão as águas que irão mais cedo ou mais tarde germinar as boas sementes da alma caída que ao negativo se entregou.

Uma seguirá rumo a evolução, outra infelizmente cairá na mais escura vala de onde só sairá quando o arrependimento lhe bater a porta e desejar realmente iniciar sua jornada no aprendizado do bem.

A todos é dado livre arbítrio, cada um escolhe o que semeia, a colheita é sempre obrigatória, mas todos cada um a seu tempo seguirá rumo à evolução, não importa o tempo que demorem, pois infinito é o tempo, como Infinito é o amor do Pai por toda sua criação, amorosamente ELE espera cada criação sua.



ditado por Zelda
psicografado por Luconi
em 21-08-17

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

BENDITO SEJAM OS ANÔNIMOS





 Não fui perfeita, não fui santa, estive longe de ser aquilo que um dia me propus.
Não alcancei as metas há tanto tempo traçadas.
Deixei-me levar pela inconstância dos sentimentos que povoavam os meus dias.
Acreditei lutar a mais justa das lutas, mas tarde demais percebi que era só ilusão. Os ideais eram belos, mas por detrás dos idealistas existiam interesses bem diversos àqueles ideais.

Eu não percebi, era cega e surda a razão, para os meus ídolos eu sempre tinha uma boa desculpa, até que no final usei o velho chavão os fins justificam os meios, passando por cima de meus verdadeiros valores.

É antes tivesse sido uma anônima, aquelas que eu tanto desprezava por achá-las acomodadas à situação injusta sem nada fazerem. Aquelas tais anônimas, muitas plantavam sementes de amor, cultivavam a paciência e não se afastavam de seus valores, dignificavam seus lares e suas consciências não precisavam arrumar desculpa nenhuma para se calarem, pois estavam em paz.

Elas sofriam toda consequência da sociedade injusta, mas pacienciosas sabiam ser a estaca principal de seus lares. Davam a seus lares o alicerce firme e nem sempre tinham um companheiro que as valorizavam e as acompanhavam nos sentimentos nobres.

Mas, mesmo assim, elas persistiam magoadas, cansadas, injustiçadas, não deixavam transparecer, pois o amor que sentiam e a fé eram bem maiores que qualquer ferida de seus corações. Partiram, fizeram a grande viagem, julgando-se um nada, com chuvas de pétalas de rosas foram recebidas e elas ainda achavam que não mereciam.

Eu? Uma revolucionaria que serviu de instrumento útil na mão de quem soube usar a minha paixão por justiça, paixão cega, acabei ajudando a levar ao poder quem tanto mal ao povo, que eu defendia, fez.

Eu? Descobri tarde demais em vida que havia me enganado e como quem planta colhe conforme plantou, acabei sentindo vergonha de mim mesma, acabei numa vala vítima de quem queria calar a minha boca.

Como estou? Depois de mais de trinta anos, caindo em mim finalmente que os erros eram só meus e de mais ninguém,  me arrependendo deles, acabei concluindo que meu assassinato nada mais fora que consequência dos meus erros e finalmente o ódio passara.

Então irmãos me recolheram, e hoje após dez anos de tratamento, estudos e trabalho junto ao próximo, estou aqui passando este relato.

Bendita sejam as guerreiras anônimas da vida, aquelas que ninguém valoriza, ninguém ouve, aquelas que são o porto seguro de todos que as procuram, bendita sejam.

Hoje trabalho muito para um dia poder retornar e ter a honra de ser uma delas, uma guerreira anônima, apenas o alicerce para aqueles que precisarem.

Passo a vocês este relato, por que nos dias de hoje, mais e mais, assistimos a desvalorização daqueles que, homens ou mulheres, se sacrificam em prol de um bem maior que é o cuidar daqueles que a vida lhes deu sob tutela.


ditado por Zelda
psicografado por Luconi

em 11-09-2014

terça-feira, 20 de maio de 2014

ASSIM SINTO A JESUS



Quero a todo irmão abraçar,
Não importando sua crença,
Em seu coração,
Sementes de amor plantar.


Quero suas feridas lavar,
O lenitivo da dor aplicar,
A fome física saciar,
A fome da alma aplacar.


Ah! Como quero o conduzir,
Para o pesqueiro da vida,
Para que nunca mais fome sinta,
Transformando-o em amparo da família.


Quero, quero sim,
Sua amizade cultivar,
Juntos outro irmão abraçar,
E mais e mais esta corrente aumentar.


Ah! Como eu quero,
E se realmente o desejo,
O Senhor dos meus passos me conduzirá,
E então a humanidade minha família será.


Vamos seja um dos meus irmãos,
Deixa eu te abraçar,
Para Jesus te levar,
Para isso só basta amar.


Ditado por Zelda
psicografado por Luconi

Em 15-05-2014